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O novo conceito de canteiro de obras

Nos anos 90, a denominada “Era da Produtividade”, as interfaces de serviços preliminares, iniciais e de implantação de elementos de canteiro de obras galgaram a um patamar no reconhecimento das boas práticas consumadas no dia a dia.

Entretanto, a partir do novo século, ocorreu o enxugamento dos recursos financeiros, gerando, consequentemente, a agilização de todos os serviços da construção do empreendimento. Também na última década (2000-2009), ocorreu um novo paradigma, ou seja, a separação do canteiro em três categorias:

  1. Canteiro para serviços preliminares.
  2. Canteiro para serviços iniciais.
  3. Canteiro de apoio ao empreendimento.

Atualmente, um novo conceito foi adotado, o do “não canteiro”, isto é, a redução dos processos operacionais para obter menores canteiros ou até a sua transferência para pontos externos e de fácil acesso.

Nesse mesmo período, a definição de um programa de necessidades era frequentemente delegada a profissionais recém-formados, que cotejavam o canteiro a fim de observar os existentes, em um processo de tentativa de adoção de padrões conhecidos, muito em função do empirismo para a implantação de um canteiro.

Texto escrito com informações do livro “Canteiro de Obras”.