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Colorir é coisa séria

Estamos presenciando uma verdadeira febre em torno de uma atividade que é comumente desempenhada na infância, trata-se da arte de colorir. Embora muitos pensem, esse exercício não tem nada a ver com a regressão à infância, ele é uma forma de reter a atenção da pessoa, que ao se envolver em alguma atividade prazerosa produz uma quantidade significativa de endorfinas, e consequentemente, o nível de estresse diminui.

Especialistas afirmam que a pintura realmente tem efeito tranquilizante e organizador nas pessoas que a praticam. E é uma atividade utilizada com frequência em terapias ocupacionais para pacientes com pacientes com distúrbios mentais como ansiedade e até pacientes com transtornos psicóticos.

Para maioria das pessoas algo que representa grande nível de estresse são os estudos. Principalmente, se a área estudada envolve memorizar o nome e a localização de uma quantidade impensada de vértebras, músculos e partes do corpo, que pessoas leigas no assunto nem se quer saberiam da existência. Foi pensando no aprendizado e bem estar dos alunos, que a Elsevier, muito antes dessa nova moda de livros para colorir, já apostava nessa ideia como mais uma forma de intensificar o aprendizado.

Com a segunda edição lançada no início do ano, o livro Netter para colorir  é voltado o para estudantes de anatomia, que podem utilizar a obra para identificar e memorizar, de maneira interativa, artérias, veias e nervos, incluindo seus cursos e bifurcações. A ideia da publicação é oferecer uma forma criativa e agradável de aprender e, ao mesmo tempo, se divertir.